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CROMOTERAPIA
A cromoterapia é a ciência que estuda as diferentes cores e sua ação energética para fins terapêuticos. Suas técnicas utilizam determinadas freqüências luminosas para restaurar, manter ou alternar as vibrações do corpo que resultam em saúde, física e mental, bem estar e harmonia. Quando há o excesso ou ausência de uma determinada cor, ocorre o que os cromoterapeutas chamam de desequilíbrio energético, levando o organismo a responder negativamente, gerando distúrbios físicos, mentais e emocionais.
 

Foi Albert Einstein que descobriu a relação entre matéria e energia, e definiu como: "Matéria é energia em estado condensado, e energia é matéria em estado luminosa".

Tudo no Cosmo é permeado de radiações e inclusive da energia ou radiação colorida, o que ocorre tanto no mundo mineral como no vegetal e animal. Cada cor tem a sua própria energia vibratória com as suas numerosas freqüências e essas radiações interagem umas com as outras.

Os sacerdotes-médicos do antigo Egito já conheciam essa energia, que denominavam Heka. Assim, podemos dizer que o corpo físico é gerado pelas vibrações de energia. Se o fluxo dessa energia for perturbado em qualquer região do corpo humano, o equilíbrio da saúde é interrompido e surgem os distúrbios, que vão desenvolver as doenças.

 A terapia das cores é eficaz, indolor, fisiológica e não invasiva, sem efeitos colaterais. Baseia-se no princípio bio-ativo restaurador do equilíbrio energético, que harmoniza a circulação da energia no corpo humano. Milhares de pacientes têm sido tratados com sucesso por esse método, mesmo nos casos de patologias graves, freqüentemente diagnosticadas como incuráveis pelos terapeutas clássicos. 

A luz era utilizada como instrumento terapêutico no antigo Egito, onde se distinguia a luz "ativa" do Sol e a luz "calmante" da Lua. Séculos mais tarde, também Leonardo da Vinci utilizou a luz do Sol filtrada através de vidros coloridos para fins médicos. A Alquimia e a Cor foram utilizadas desde a Idade da Pedra para curar as pessoas, através de flores e pedras coloridas. As bases científicas das aplicações médicas desses fatores físicos começaram a ser estudadas somente durante a segunda metade do século XX, graças ao rápido desenvolvimento das ciências fundamentais como a Física, a Química e a Biologia.
 
Lanterna de Cromoterapia
 
O uso da cromoterapia com finalidades terapêuticas tem sua base no povo egípcio, que construía templos de modo a canalizar a luz solar em feixes controlados. As técnicas também foram utilizadas na Índia e na China, onde a cromoterapia adquiriu seu caráter propriamente medicinal, no diagnóstico e na cura de doenças em geral. A prática cromoterápica parte do princípio que o espectro solar se decompõe em sete cores, conforme foi enunciado pelo físico Isaac Newton no século XVIII, e cada uma dessas cores representa uma onda eletromagnética de vibração que começa no vermelho, passa pelo laranja, amarelo, verde, azul e índigo até o violeta.

Entende-se Cromoterapia como a ciência que utiliza as cores do Espectro Solar para restaurar o equilíbrio físico-energético em áreas do corpo humano atingidas por alguma disfunção.

 As 7(sete) cores do Espectro são:

vermelho
laranja
amarelo
verde
azul
anil
violeta

A Cromoterapia traz benefícios aos portadores de qualquer disfunção, começando por aliviar as dores e finalmente pela recuperação dos pacientes, na maioria das doenças. Salienta-se a eficácia da Cromoterapia no tratamento da enxaqueca, doença que atinge um terço da população mundial adulta, conforme estatística da OMS (Organização Mundial de Saúde). A causa principal da Enxaqueca é energética (entrada de energia cósmica pela região occipital), mas pode estar aliada a uma disfunção orgânica como tensão pré-menstrual, má digestão, sinusite, problemas de visão, obstrução das carótidas que conduzem o sangue até os neurônios, compressão das vértebras da coluna cervical, etc...

 A Cromoterapia faz o equilíbrio do fluxo energético e trata a causa física, eliminando a dor e restabelecendo a saúde após uma série de aplicações, numa média de dez a quinze. A cromoterapia consta da relação das principais terapias alternativas ou complementares reconhecidas pela OMS em 1976, de acordo com a Conferência Internacional de Atendimentos Primários em Saúde de 1962, em Alma-Ata. Essa relação foi ratificada pela OMS em 1983, através do Diretor Geral da World Health Organization-OMS, Dr. Halfdan Mahler, e pelo Diretor do Programa de Medicinas Tradiconais da OMS, Dr. Robert Bannerman.

Diversos foram os pesquisadores do uso das cores, dos quais citamos:

JOHN OTT - Médico e Diretor do Instituto Sarasota - Flórida/USA, que pesquisou o efeito das cores sobre tumores cancerosos. Autor do livro "Health And Light";

 DINSHAH GHADIALI - Médico indiano, residente em New Jersey/USA, que estruturou a Cromoterapia em bases científicas. Autor de uma Enciclopédia, em 3 volumes, sobre a utilização das cores nas doenças;

 NIELS FINSEN - Médico em Copenhague, Dinamarca.
Autor do livro "Propriedades Actínicas da Luz do Sol". Fundou o Instituto da Luz para a cura de pacientes com tuberculose. Realizou curas surpreendentes em cerca de dois mil pacientes com a aplicação da Cromoterapia, recebendo o Prêmio Nobel, em 1903;

RENÉ NUNES - Jornalista, Conferencista e Professor, de Brasília - Brasil (falecido em 1995), que se dedicou à pesquisa e aplicação da Cromoterapia em mais de dez mil pacientes, obtendo grande índice de recuperação. Autor de diversas obras, das quais cito "Cromoterapia Técnica". Foi o grande divulgador da Cromoterapia como ciência médica-energética no Brasil e no exterior.
 
  HISTÓRIA DA CROMOTERAPIA

Várias foram as civilizações antigas, como a egípcia, a grega, a indiana, a chinesa e outras que fizeram uso das cores para tratamento de saúde. Na China e na Índia a cor era mais relacionada à Mitologia e à Astrologia. Na Grécia muitos filósofos-médicos foram absorver o conhecimento da ciência médica na fonte egípcia, com os sacerdotes-médicos.

Essa terapia está intimamente ligada ao antigo Egito assim como a própria Medicina. O vínculo da Medicina ao Egito data de 2800 a.C. com IMHOTEP, considerado o Pai Universal da Medicina, pois foi ele quem escreveu os primeiros livros de Medicina, em rolos de papiros. E também foi ele quem fundou a primeira Escola de Medicina.
 
Lanterna de Cromoterapia Mod. 2
 
Séculos mais tarde, Hipócrates (460-377 a.C.), médico grego, esteve no Egito estudando a matéria Médica com os sacerdotes-médicos, durante três anos. De retorno a Cós, sua cidade natal, fundou a primeira Escola de Medicina da Grécia e elaborou o Juramento Médico baseado nos escritos de Imhotep.

Também o tratamento médico com o uso de cores iniciou no Egito, conforme pesquisas do Dr. Paul Galioughi, autor do livro "La Médicine des Pharaons", onde relata como os sacerdotes-médicos tratavam os doentes com as cores, utilizando-se de flores e pedras preciosas.

O Deus Egípcio "Thot" era o mestre nas cores. Cores estas usadas por ele para curar doenças e desenvolver os dons espirituais. Foi desenvolvido por eles o preparo e uso de água solarizada a partir de potes coloridos como um dos mais importantes da medicina egípcia.

 Então, podemos dizer que a Cromoterapia nasceu no antigo Egito; adormeceu milênios; e ressurge como uma Medicina-energética, assim como a Homeopatia e a Acupuntura. Na China as cores foram utilizadas pela medicina especialmente no diagnóstico dos desequilíbrios internos e na alimentação.

 Nos dias atuais, as terapias que fazem parte da Medicina Tradicional Chinesa (como Acupuntura, o Do-In e o Shiatsu), levam em conta a observação das cores da pele, língua, etc. Na alimentação eles percebiam a importância da ingestão de alimentos de cores variadas. Conta à história que a terapia pelos raios solares (Helioterapia) era muito usada e receitada pelos médicos gregos, inclusive por Hipócrates, o "Pai da Medicina". Alguns documentos relatam o uso da cromoterapia pelos gregos, relacionando as cores à posição dos planetas no dia do nascimento do paciente (astrologia medicinal).
 
A Índia que ofereceu maior colaboração a respeito dos princípios energéticos que determinam à cura e, especialmente, da cromoterapia que na medicina indiana é chamada de Medicina Ayurvédica (ayur=vida e veda=conhecimento, ou seja, "conhecimento das leis da vida". Alem das cores, a medicina ayurvédica utiliza-se de cristais, sons, exercícios respiratórios, alimentos, massagem, mandalas e plantas medicinais que vão agir sobre as glândulas, os chakras (centros de energia) e a aura.

 Na antiga Grécia, na "era de ouro", nos templos de Heliópolis já era empregada essa ciência. Assim como no antigo Egito, no templo de Karnak, Nemabon, era utilizada raízes com coloração diferentes para erradicar os males.

 As cores exercem uma poderosa influência sobre nós, independentes de estarmos conscientes ou não. Cada cor tem sua velocidade de comprimento de onda de vibração. Na cromoterapia são usadas todas as sete cores do espectro visível da luz solar.
 

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