Logo
ESPAÇO MENTE ATIVA
Home      Atendimentos      Regressão de Memória


REGRESSÃO DE MEMÓRIA
Alem do valor terapêutico, podemos encontrar na regressão de memória uma extraordinária ferramenta de pesquisa do inconsciente, seu uso nos permite levantar dados, que nos permite uma abordagem profunda da alma. A regressão é um recurso psicológico muito poderoso, equivalente ao melhor teste projetivo. Quando revivemos uma emoção passada perturbadora no transe hipnótico com intensa catarse, desgastamos sua carga emocional, permitindo que o psiquismo utilize o seu tropismo terapêutico.
 
A hipnose tem sido utilizada praticamente em todas as áreas da saúde e em muitas da vida cotidiana. Com seu auxílio, pessoas obesas aprendem a alcançar e a manter o peso normal, pessoas que sofrem de insônia conseguem dormir, pessoas tensas e dominadas pela ansiedade relaxam sem fazer uso de drogas de qualquer espécie. A hipnose tem um bom resultado nas doenças psicossomáticas (doenças de origem emocional).
 

A popularidade da Regressão de Memória é, devido a crescente necessidade do Ser humano em encontrar respostas para as questões da vida, trabalho, e relacionamento.Na Terapia de Regressão é comum encontrar pessoas que se desequilibram além do normal diante de cães, medo de sangue, locais fechado, água, fogo, altura, solidão,vícios, etc. Pesquisar a causa do desequilíbrio, levará a perceber em que fase de sua vida teve início esta memória.

A Regressão de Memória transforma de maneira surpreendente a postura perante a vida.Tanto na fase racional quanto na fase emocional, espiritual e energética. Passar por está experiência desenvolve o auto-conhecimento, a sabedoria e a qualidade de vida. Em cursos e palestras sempre fazem perguntas sobre a regressão de memória.

Muitas pessoas, ainda hoje, não sabem o que é regressão, e imaginam a regressão como uma coisa misteriosa ligada à crenças religiosas. Eu respondo sempre: NÃO! a regressão não tem nada há ver com crenças de qualquer natureza. A regressão é uma técnica usada para reviver, ou lembrar fatos passados. O importante na regressão, como terapia, não são os fatos lembrados, e sim os resultados.

A regressão de memória é uma técnica usada no Espaço Mente Ativa somente a fins terapêuticos, não satisfazendo, portanto, curiosidades pessoais. Como uma psicoterapia, mantém neutralidade na área religiosa, respeitando a interpretação que o paciente faz em relação ao conteúdo aflorado na regressão, e trabalhando essas experiências segundo as crenças do paciente. Na regressão de memória, as sessões têm em média a duração de uma hora e meia a duas horas. Após uma cuidadosa entrevista inicial, se for indicada a aplicação da regressão de memória, o terapeuta procede às sessões de anamnese, quando há um extenso e minucioso levantamento de toda sua história. Somente então as suas sessões de regressão são iniciadas.


A SESSÃO - Em uma sessão de regressão, o processo se inicia pela indução a estado modificado da consciência, através do relaxamento físico e mental do paciente. Faz a conexão com o inconsciente, detectando traumas do passado que constituem a etiologia de seu problema atual. Em uma situação traumática, muitas vezes a mente faz um registro distorcido da realidade. Ele grava um determinado padrão de comportamento e passa a repeti-lo, numa tentativa de se defender da possibilidade de passar novamente por aquele trauma.

O indivíduo vai se acostumando, se habituando a fazer isso, até que chega em um ponto que não se lembra mais quando criou esse padrão, como e porque o está repetindo. Só tem consciência de seu problema, que se manifesta através de sintomas e características especiais. Através da regressão de memória, a pessoa tem a oportunidade de se conscientizar daqueles traumas do passado que lhe causaram o problema atual. Ela revivencia aquele fato traumático, liberando o conteúdo emocional correspondente, extravasando e se distanciando daquela emoção através de uma catarse.

Por todas as vivências da regressão de uma sessão, obtém-se do paciente o momento mais traumático, em que se estabeleceu uma decisão de vida (padrão negativo de comportamento) que está causando desajustes atuais. Nesse momento, o paciente tem a chance de modificar esse registro negativo que vem repetindo, criando uma redecisão com propostas de respostas mais adequadas para a auto-resolução de seus conflitos. Essa técnica introduz a desprogramação das emoções vinculadas às lembranças traumáticas por padrões mais saudáveis, baseando-se em sua redecisão. Segue-se ao retorno, pelo qual o paciente é conscientizado de sua situação no tempo e no espaço, no aqui e agora (nome, data e local da sessão) e do seu estado de vigília.

Em seguida, há a finalização, quando o cliente é incentivado a permanecer em profundo equilíbrio emocional e mental. Em sessões subseqüentes, o terapeuta trabalha com o paciente integrando-o e elabora o conteúdo aflorado em regressão, conduzindo-o a refletir sobre analogias entre os traumas vivenciados e o problema que está em pauta. Trabalha os recursos do paciente para desenvolver os primeiros passos práticos, comportamentais, no sentido de sua transformação, utilizando-se dos instrumentos adquiridos na vivência regressiva. É preciso aprender a lidar com essa ferramenta nova e isso exige um treinamento para levar à prática, ao hábito desse novo comportamento. Muitas vezes, o padrão negativo, que está gerando o problema, vem sendo repetido há muito tempo, estando enraizado.

Essa mudança é árdua e exige um investimento intenso, através da vontade e do trabalho diário do paciente consigo mesmo, no sentido da autopercepção, exercício e utilização dos recursos adquiridos na vivência regressiva. A Terapia Regressiva trabalha com lembranças traumáticas de algum período do passado, que pode referir-se a um fato traumático ocorrido na semana passada, ano passado, adolescência, infância, nascimento, vida intra-uterina, concepção ou um conteúdo que, segundo o modelo reencarnatório, pode ser focalizado como em vidas passadas. Esse conteúdo pode ser considerado como uma manifestação do inconsciente e como tal tem um sentido e uma relação com o problema trabalhado. Existem, também, muitos outros modelos explicativos para a regressão de memória.

REGRESSÃO À VIDA INTRA-UTERINA - O assunto aqui tratado é especificamente o regresso à Vida Intra-Uterina (VIU), ou seja, quando um trauma de VIU origina um problema, uma dificuldade, um transtorno futuro, ou quando esse trauma é um evento reforçador de um problema já existente. A criança, antes do nascimento, é um ser dotado de sentimentos, de lembranças e de consciência, portanto, tudo o que lhe acontece nos nove meses de gestação tem grande importância na formação e na estruturação da personalidade. O feto pode ver (sensibilidade à luz), ouvir, degustar, entender e aprender num nível primitivo. Ele é capaz de manifestar sentimentos menos elaborados que os adultos, mas bem reais.

Ele pode acionar uma ou outra tendência, conforme as mensagens que recebe no útero (que, de alguma forma vão sendo moldadas). A principal fonte dessas mensagens é a mãe. O feto capta os pensamentos, sentimentos e sensações da mãe, que interferem no modo significativo em sua forma de ser. Pesquisadores como os médicos Thomas Verny, Dominik Purpura, David ChamberLain Stanistaw Grof, e outros, descobriram que existe uma ligação intra-uterina muito complexa, gradativa e sutil quanto à estrutura racional que se estabelece após o nascimento.

A ligação entre mãe e filho, que se estabelece após o nascimento, é a conseqüência do que a precedeu. Existe uma comunicação fisiológica, psicológica e extra-sensorial entre mãe e feto. As perturbações do bebê são provocadas tanto pelas conseqüências psicológicas, quanto pelas conseqüências físicas da ansiedade, depressão, aflições, medo, estresse etc. O que traz uma repercussão mais profunda na criança não são as preocupações menores da mãe, mas uma ansiedade crônica ou uma ambivalência perturbadora dos pensamentos e dos sentimentos em relação a maternidade.

Por exemplo, um sentimento negativo, imenso e duradouro de rejeição à criança pode deixar uma cicatriz profunda. Perdas afetivas, mortes, separações, choques emocionais, grandes catástrofes, acidentes, agressões etc., podem gerar desajustes emocionais no paciente, que variam de acordo com a forma e com a intensidade com que ele registrou aquele fato traumático. Podem ainda esgotar as reservas emocionais da mulher grávida a ponto de torná-la incapaz de se comunicar com o filho que carrega. E ele percebe isso. No ambiente familiar, o pai também tem influência muito importante sobre o feto. O estresse do pai, por exemplo, tem uma repercussão direta sobre o filho em formação, e também indireta através da mãe.

Uma discussão entre os pais e o desajuste familiar também podem perturbar intensamente o ser que está no útero materno. Traumas em Vida Intra-Uterina, dependendo das heranças que aquele ser traz, podem gerar diferentes transtornos futuros como: insegurança, dificuldade de relacionamento, transtornos depressivos, transtornos ansiosos (na tentativa de satisfazer o outro para ser amado), personalidade dependente etc. O feto tem necessidades intelectuais e afetivas mais primitivas que as nossas, mas que realmente existem, como as de querer se sentir amado e desejado. Esse sentimento tem uma repercussão importante na segurança e auto-confiança. Emoções positivas de alegria e espera contribuem de maneira importante no desenvolvimento afetivo da criança sadia.
 

Se considerarmos o modelo reencarnatório, que é apenas um dos modelos explicativos da regressão da memória, podemos perceber que essa criança apresenta um passado muitas vezes tumultuado com esta família, trazendo vivências de inimizade. Esse passado pode ser mais ou menos aflorado dependendo dos estímulos por ela vivenciados. A criança dentro do útero pode manifestar um comportamento de rejeição da mãe em relação a ela. Ou a criança pode manifestar um sentimento espontâneo de rejeição àquela mãe, àquela família, àquela condição financeira, cultural, social, racial, sentimento este que pode levar a desânimo, tristeza, falta de motivação, revolta, depressão, insegurança, ansiedade, dificuldade de relacionamento em geral ou especificamente entre mãe e filho.

COMO ACONTECE ESSA COMUNICAÇÃO? A criança percebe uma ação ou pensamento da mãe e seu cérebro transforma isso imediatamente em uma emoção e comanda o seu corpo a um conjunto de reações. Se a mãe sente medo, ansiedade, depressão ou estresse, ela desencadeia uma descarga hormonal, que se de forma intensa e contínua, pode trazer nessa criança uma predisposição a esse sentimento. Se a atenção da mãe está completamente absorvida pela tristeza, por uma perda e se ela se fecha em si mesma, é provável que sua criança sofra profundamente. O feto não dispõe de recursos suficientes para tolerar essa sobrecarga.

Um consumo excessivo de tabaco, álcool e de medicamentos, ingestão excessiva de alimentos ou privação alimentar, insônia ou hipersônia também são formas de comunicação materna, que prejudica fisicamente o feto e, emocionalmente, traduzem de modo indireto a sua ansiedade. Mesmo sem estar em perigo, no momento em que o feto percebe a aflição materna, ele pode reagir com vigorosos pontapés. O feto reage diante do crescimento da taxa de adrenalina produzida pela mãe e em “solidariedade” à aflição da mãe.

Portanto, a ameaça mais grave ao feto é a reação emocional da mãe a longo prazo e quando suas necessidades físicas ou psicológicas são ignoradas. Ele não exige nada de extraordinário, tudo o que quer é um pouco de amor e de atenção, e quando os obtém, tudo mais, mesmo a formação da ligação com sua mãe, acontece automaticamente. A formação da ligação entre a mãe e o feto exige tempo, amor e compreensão para que ela exista e funcione de maneira satisfatória. A criança antes do nascimento possui recursos resistentes para fazer durar uma emoção materna. Mas ela não pode se comunicar sozinha.

Se a mãe bloqueia a comunicação afetiva, ela fica desamparada. Segundo a medicina tradicional, a criança, antes de dois anos era incapaz de ter lembranças porque seu sistema nervoso não está completamente mielinizado (mielina é uma substância que envolve a fibra nervosa) e não pode assim transmitir mensagens. Porém, pesquisadores descobriram que a falta de mielina retarda a condução de impulsos nervosos, mas não os impede de passar. Também a psiquiatria tradicional afirmava que a criança antes de dois anos era incapaz de pensar.

Porém, hoje sabemos que mesmo antes do nascimento, os esquemas de memória estão delineados e que eles seguem modelos reconhecíveis. Nesse estágio, o cérebro da criança e seu sistema nervoso estão suficientemente desenvolvidos para que isto seja possível, e o fato de a lembrança desse período ter uma forma e um contorno identificáveis, que pode ser acionada através da regressão de memória, vem confirmar a hipótese de que antes do nascimento o cérebro já tem um funcionamento semelhante ao adulto.

A FORMAÇÃO DA MEMÓRIA - No fim da décima segunda semana, o feto está inteiramente formado e nesse período aparecem os primeiros sinais da atividade cerebral. A partir do terceiro trimestre de gestação, o cérebro já tem um funcionamento semelhante ao do adulto. A partir do sexto mês após a concepção, o sistema nervoso central da criança é capaz de receber, tratar e codificar as mensagens; a memória neurológica já está funcionando. Muitas lembranças escapam à memória voluntária, talvez pelo processo em que intervém o neuropolipeptídio ocitocina, produzida pelas mulheres no momento do parto, e que controlam o ritmo das contrações do útero nessa ocasião e fluem para a circulação da criança.

A ocitocina produzida em grande quantidade provoca amnésia em animais de laboratório. Talvez essa possa ser a explicação para as lembranças anteriores desaparecerem durante o nascimento. A capacidade de recuperar essas memórias de vida intra-uterina, mais tarde, está ligada à produção de hormônio adrenocorticopina ou ACTH, que ajuda a fixar as lembranças. Quando uma mulher grávida ou que está dando a luz se sente tensa, sofre pressão ou medo, libera hormônios do estresse (cortizol), e a substância que regula seu fluxo é o ACTH, como acontece em qualquer pessoa que sinta medo ou ansiedade. A gestante nessa situação libera muito hormônio que chega à circulação sanguínea da criança e ajuda a conservar uma imagem mental do sentimento de sua mãe e seus efeitos sobre si.

ELABORANDO A VIVÊNCIA - Na regressão de memória, trabalha-se com um tema de cada vez, com uma série de regressões focalizando esse tema, nos diferentes períodos da vida do paciente. Entre uma regressão e outra, trabalha-se aquele conteúdo que aflorou na regressão, com o objetivo de conduzir o paciente e elaborá-lo. Essas sessões de elaboração e integração têm extrema importância para o paciente poder aproveitar da melhor forma possível aquela vivência, e utilizá-la no seu dia-a-dia na solução de seus problemas fazendo a relação entre os pensamentos, sentimentos, sensações e comportamentos vivenciados na regressão suas características atuais.

Nessa série de regressões, é importante focalizar alguns períodos de vida, significativos, como idade adulta, adolescência, infância, nascimento, vida intra-uterina e supostas vidas passadas; momentos importantes em que a pessoa pode ter criado um padrão de comportamento negativo ou pode ter reforçado um padrão que já existia. Então, a vida intra-uterina sempre será vivênciada em regressão, em cada problema que o paciente trabalhar. Existe algumas fases importantes no período gestacional, como: momentos e circunstâncias que precedem a concepção; suspeita da gravidez e confirmação da gravidez; período subseqüente da gestação e momentos que precedem o nascimento.

COMO OS PROBLEMAS SE INSTALAM?

Se todas as pessoas buscam alcançar a realização e estar bem e, muitas vezes, têm tudo para serem felizes, por que nem sempre o são e por que tantos experimentam problemas, fobias, medos, timidez, distúrbios de ansiedade, angústias, bloqueios, baixa auto-estima, sentimentos de menos valia, depressões, insônias, stress, hábitos e uso de substâncias nocivas e ainda doenças psicossomáticas? Na evolução da escala biológica, observamos que o homem, contrariamente à maioria dos animais, não se guia predominantemente pelos instintos, mas muito pelo que aprende.

Somente a partir da segunda infância, pré-puberdade, é que o sistema neurológico da criança vai apresentando amadurecimento e permitindo a análise dos fatos, nessa fase é que a opinião própria começa a ser exercida e então a criança passa a decidir, criticar e até rejeitar informações, porém antes disso absorve tudo.

Não podemos negar que muitas circunstâncias da vida são carregadas de episódios que podem, para um adulto, parecer inofensivas, mas dependendo da etapa do desenvolvimento em que acontecem podem exercer cortes e desvios. Como já dissemos, antes de haver a maturação neurológica as informações são absorvidas de forma bruta, sem filtragem nem análise crítica e assim vão sendo totalmente depositadas no inconsciente.

As circunstâncias da vida de que falávamos, muitas vezes propiciam a que se aprenda a ver, a sentir ou compreender coisas de forma equivocada e distorcida, permanecendo dentro de nós como verdades incontestáveis por toda a vida. Com o passar do tempo esses conteúdos vão se manifestando no comportamento, na forma de viver e agir da pessoa e, muitas vezes trazendo para ela resultados contrários aos que desejaria obter.

É comum, por exemplo, se ouvir frases tais como: "os homens são todos iguais", "dinheiro não traz felicidade", "filhos criados trabalhos dobrados", "os bons pagam pelos maus", "se sair sem casaco, vai ficar gripado", etc., sem se falar de atitudes e comportamentos que muitas vezes uma criança presencia e aprende como se fossem leis: "Quando papai chega em casa, mamãe está sempre irritada e briga com ele". "Papai volta para casa cada dia mais tarde, quando chega está bêbado e não fala com ninguém". Cenas como essas escondem nos bastidores da vida conjugal, conflitos pessoais ligados à auto-estima que dificultam tanto a auto quanto a mútua aceitação dessas pessoas, impedindo-as de dialogar e viver harmonicamente.

O que é percebido pelo filho nesse caso é que "mulher é sempre frustrada e grita", "homem bebe e não se envolve com a família". Assim, no próprio ambiente onde nasce e cresce, o indivíduo aprende a ver o lado mau da vida ao invés de aprender que a vida é uma maravilhosa oportunidade para conhecer a verdadeira felicidade e de vive-la plenamente.

Sofrimentos na infância são suportados através de estratégias mentais, então, para uma criança se sentir amada ou receber atenção, num ambiente familiar de constantes brigas, conflitos e discussões, a estratégia poderá ser o desenvolvimento de algum sintoma, e se através disso o objetivo for atingido essa criança terá aprendido "para sempre" que ter problemas traz alguma vantagem.

Doenças psicossomáticas e doenças do comportamento, na maioria dos casos estão associadas a situações afetivas mal resolvidas, ou mal compreendidas gerando emoções que simbolicamente se manifestam no corpo ou nas atitudes sem que a pessoa perceba que está automatizada e atraindo exatamente aquilo que gostaria de afastar.

O que impede a pessoa de reconhecer suas próprias emoções, escutar o próprio corpo e conhecer o caminho que leva a solução dos problemas é a falta de noção e preparo para mergulhar no inconsciente e conhecer de forma natural e tranqüila como aprendeu a obter o que vem obtendo. Saber como sabemos das coisas nos dá acesso ao nosso inconsciente. Transformar doença em saúde, fracasso em sucesso, problema em solução, é função do próprio cérebro.